quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

AGRADECIMENTO


Olá amigos do Blog. Recebi dezenas de felicitações pela passagem do meu aniversário no dia 18 Dez, por coincidência, o Dia do Mergulhador. Agradeço a todos por terem se lembrado de mim de forma tão carinhosa. Abração.

Exercício de tiro real com granada de bocal no Campo de Instrução de Butiá, efetivo do Pel Seg da Cia Cmdo 6ª DE 


MUSEU DAS ARMAS - LIÈGE


Olá amigos do Blog. Esta é para os adoradores de armas. Estava em Liège, Bélgica, cidade equidistante de dez museus militares que eu queria conhecer, quase todos relacionados com a Batalha do Bulge, a conhecida Ofensiva das Ardenas que está fazendo agora 75 anos. Tinha preparado um organograma de "um museu por dia" e obtive sucesso. Até sobraram livres dois dias e eu aproveitei uma tarde para visitar o Museu das Armas, na verdade um espaço dentro do Le Grand Curtius, também museu, com 5.000 m² de exposições que abrangem arte sacra, arqueologia, arte em vidro, etc. O prédio é muito antigo, possivelmente do século XVII e situa-se no centro histórico da idade.

As armas, em sua maioria, são de uso civil e estão distribuídas nas vitrines, um tanto escuras, em ordem cronológicas. Ali aparecem armas de mecha, roda, pederneira, percussão, etc.
Todavia a cereja do bolo são os magníficos conjuntos de pistolas para duelo. Isto valeu a entrada paga. Que história! Vamos ver as fotos?














sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

BASTOGNE



Olá amigos do Blog. Sempre é bom voltar. Ainda estava em Liége, Bélgica, e sabia que durante a II Guerra Mundial ali tinham ocorridos ferozes combates. Era a Batalha do Bulge, a Ofensiva das Ardenas. Sete estradas passavam pela cidade e isto fazia dela um importante objetivo para o alemães. Bastogne inclusive foi cercada do dia 20 a 27 Dez 44 e bombardeada à extinção, mas resistiu, atrasando a corrida dos alemães na direção do porto de Antuérpia.
Hoje a cidade foi reconstruída e nas proximidades do 75º Aniversário da Batalha do Bulge (16 Dez 44 ), enfeita vitrines, casas, praças, prédios públicos, etc. Tudo é bandeira americana, Patton, Nuts, McAuliffe, 101ª Airborne, Speranza, e isto é contagiante. Sente-se uma grande gratidão aos americanos, como libertadores. Que história! Vamos ver as fotos?

Diversas viaturas militares circulam pelas ruas da cidade

Na entrada da cidade: caminho dos Tigres e Panteras


Praça Gen McAuliffe com tanque Sherman: centro da cidade

Casas antigas que foram reconstruídas

Capacetes M-1 em exposição na vitrine da loja

Prédio da Prefeitura de Bastogne também enfeitado

Rua principal

A cidade está em festa para comemorar os 75 anos da batalha

Rua principal vista de outro ângulo


Busto do Gen McAuliffe na praça que leva o seu nome

                      As vitrines estão enfeitadas
Um dos cruzamentos da cidade

Existe uma simpatia muito grande para com os americanos considerados libertadores

Outra vitrine de loja decorada para a data

Comerciantes decoram as vitrines

Na entrada da cidade ele ainda está de guarda

A blindagem americana muitas vezes era frágil para os 75 e 88 mm dos felinos alemães

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

O FORT EBEN-EMAEL

Olá amigos do Blog. Estava em Eben Emael, Bélgica, com a finalidade de conhecer o Fort de Eben-Emael, possivelmente a mais formidável fortaleza européia, e ali havia muita História. Construído de 1932 a 1935, ao custo de 50 milhões de Francos, ocupava uma área de 75 hectares e era protegido por canhões de 120 mm, 75 mm, 60 mm, metralhadoras, minas, projetores, fossos antitanques e arame farpado. Este baluarte, aparentemente inexpugnável, era um sério empecilho para a invasão alemã aos Países Baixos e a França. Tinha que ser neutralizado. A tarefa então coube aos Fallschirmjäger, os paraquedistas alemães, que na madrugada de 10 Mai 40, pousaram dentro do forte utilizando planadores DFS 230. Traziam além de lança-chamas e varas com explosivo na extremidade para enfiar nas seteiras dos bunkers, uma arma revolucionária conhecida como Hohlladung, a carga oca. Este engenho com 50, 28, 12,5 kg podia perfurar as carapaças blindadas em aço dos domos e o concreto espesso dos bunkers. Havia perto de 700 soldados belgas guarnecendo o forte e os alemães contavam com apenas 78 paraquedistas, inicialmente comandados pelo Sgt Helmut Wenzel e depois pelo Ten Rudolf Witzig. Em 36 horas, graças a surpresa e as cargas ocas, cujas explosões produziam estrondo e ondas de choques terríveis, o comandante do forte, Maj Jorttrand pediu a rendição. A captura do Fort Eben-Emael foi o melhor exemplo de operação com grande audácia por tropas aerotransportadas na II Guerra Mundial. Que história! Vamos ver as fotos?


Na madrugada de 10 Mai 40 os planadores DFS 230 aterraram em silêncio

Canhão de 75 mm colocado fora de ação por carga explosiva

Bunker de entrada da fortaleza

Perfurações de duas cargas ocas no domo blindado

Canhão de 75 mm em bunker de concreto

Outro canhão de 75 mm

Alojamento dos soldados

A vida no interior do forte era relativamente confortável

Paraquedista alemão com capacete de aço M38. Ao fundo, fuselagem de um planador DFS 230

Respiradouro em concreto e posto de observação no interior do bosque

Canhão de 120 mm em domo blindado em aço

O guia Marc junto a culatra de um canhão 75 mm no interior de um bunker

Carga oca de 12,5 kg

No dia seguinte os planadores ainda continuavam na sua posição de aterragem

Domo blindado em aço para dois canhões de 120 mm e com giro de 360°

Bunker em concreto para três canhões de 75 mm
Um labirinto de  tuneis


quarta-feira, 30 de outubro de 2019

VENDA DO LIVRO DE GUADALCANAL A CRETA - RECEBA-O EM CASA


O livro De Guadalcanal a Creta – Mergulhando na História tem 327 páginas e mais de 500 fotografias. É uma leitura valiosa para os adoradores de História Militar e os mergulhadores de naufrágio. Reserve o seu exemplar pelo e-mail ulissess18@yahoo.com.br e receba-o em casa, via postal registrada para qualquer cidade do Brasil, autografado pelo autor. O valor total é de apenas R$62,00.



domingo, 27 de outubro de 2019

LIVRO DE GUADALCANAL A CRETA



Amigo Nestor

Apreciar de tão perto o desenvolvimento do seu trabalho tem sido um grande prazer e honra. Desde o primeiro livro, U Boats - Mergulhando na História, que posso dizer que vi nascer, passando por De Truk a Narvik, que tive o privilégio de produzir o prefácio, cada nova aventura, cada nova pesquisa, sempre é um mergulho emocionante que aguardo com imensa satisfação.
Agora neste novo livro, a abrangência de sua busca e dedicação ao trabalho, com certeza, lhe credencia a ser um dos maiores pesquisadores do assunto no Brasil. No entanto, ainda mais importante do que isso, você nos brinda com histórias de dramas e sofrimentos; porém contadas de forma leve e apaixonante.
Transformar a narração de uma das maiores batalhas do Pacífico, como Guadalcanal, em momentos de leitura tão agradáveis constitui uma arte que poucos conseguem atingir; você, meu amigo é um craque! Malta, Palau, Normandia, Creta e os demais cenários desfilam à frente de nossos olhos como se nós mesmos fôssemos personagens daquele momento narrado por você, e isso tudo é intenso, real e nos empolga.





sexta-feira, 18 de outubro de 2019

O MAIALE NO MUSEO STORICO NAVALE - VENEZA


Olá amigos do Blog. Estava em Veneza. Tinha planejado conhecer o Museo Storico Navale. Eu sabia que nele, havia em exposição, um "torpedo humano" e isso era muito importante. Esses engenhos de assalto italianos, conhecidos como Maiale, haviam penetrado como uma sombra no porto de Alexandria na noite de 18 Dez 41 e colocados fora de combate por vários meses os encouraçados ingleses HMS Queen Elizabeth e HMS Valiant. Também danificaram seriamente o destróier HMS Jervis e o petroleiro Sagona. Esses torpedos mediam 6,7 m, pesando 1.200 kg e propulsionados por motor elétrico, alcançavam a velocidade máxima de 4,5 kt. Eram tripulados por dois mergulhadores que iam montados no engenho e podiam submergir até 25 m.

No nariz da arma, havia uma ogiva com 300 kg de alto explosivo que deveria ser retirada e colocada sob ou presa ao casco no navio inimigo. Feito isto, um dispositivo de tempo era acionado e os mergulhadores deveriam utilizar o Maiale como veículo de fuga.
Naquela noite, os Maiales foram transportado até as proximidades do porto pelo submarino convencional Scirè. Estavam abrigados em contêineres a prova dágua.
Estes torpedos faziam parte da mais perigosa unidade da Marinha italiana, a Divisão Submarina da 10ª MAS Flotiglia e no célebre ataque ao porto de Alexandria, o grupo era liderado pelo capitão De La Penne. Que história! Vamos ver as fotos?